domingo, 13 de junho de 2010

Sobre o Morumbi

12 de junho de 2010
DINHEIRO PÚBLICO, NO ESTÁDIO DOS OUTROS, NÃO!
Por ROQUE CITADINI
http://blogdocitadini.blog.uol.com.br/
A esmagadora maioria (uns 99%) dos jornalistas que dizem não concordar com o uso de dinheiro público nos estádios destinados à Copa-2014, estão “jogando para a plateia”.
Quase todos não falam a verdade.
Exceto Juca e mais uns dois ou três, os demais jornalistas, que se tornaram repentinamente defensores da arrecadação de impostos, procuram apenas falsear a verdade.
Vejamos o caso do Morumbi.
Quando o estádio do São Paulo foi escolhido para ser a sede paulista da Copa do Mundo, foi dito que a reforma seria feita com dinheiro privado e que a arena estaria em condições de abrir o evento.
A esmagadora maioria dos jornalistas que entraram na campanha pró-Morumbi sabiam que o São Paulo não tinha um tostão; que a reforma seria difícil e cara.
Portanto, todo discurso em defesa do Morumbi sempre se baseou em falsas premissas: do uso exclusivo de recursos privados e de fácil atendimento às exigências da FIFA.
Tudo era, e é, uma grande mentira.
O São Paulo sempre soube o que fazia e seu objetivo era, e ainda é, conseguir recursos do governo a fundo perdido.
A história de que havia investidores (vez por outra citando nome de uma ou outra empresa) era de todo furada.
Bancos foram apontados como avalistas de operações que nunca existiram, tudo com a intenção de ganhar tempo, empurrando com a barriga e chegar aos cofres públicos.
Esta última lorota divulgada, de que uma das quatro grandes construtoras escolhidas (para fazer a reforma) se encarregaria de obter o empréstimo necessário é de uma falsidade que exige do jornalista um excepcional descompromisso com a verdade.
A mídia tricolor fala em perseguição de Ricardo Teixeira, pressão da FIFA etc, mas a verdade é que, nos últimos meses, os governos do Município e do Estado vêm sendo pressionados para oferecer os recursos ao São Paulo.
Campanha que é de se espantar!
São-paulinos que ocupam cargos nas administrações vêm demonstrando imensa lealdade ao Tricolor e quase nenhuma fidelidade ao interesse público.
Não estou falando de João Paulo de Jesus Lopes, mas de alguns outros, meio escondidos por aí e que pensam que suas ações não são percebidas.
Os problemas de adequação do Morumbi não são da FIFA, nem da CBF, mas da absoluta falta de capacidade do Tricolor em obter recursos próprios para preparar seu estádio para a Copa.
Tenho recebido muitos emails cumprimentando-me por não ter ficado calado quando, há mais de dois anos, este problema era visível, apesar de escondido pela mídia.
Este blog, e mais uns dois ou três, por não estarem envolvidos com o Tricolor, procuraram demonstrar o equívoco que se estava arquitetando.
Como todos sabem, este blog não é imparcial e nem todos precisam acreditar em tudo o que aqui escrevo.
Fato diferente àquele que ocorre à grande mídia, que se apregoa imparcial, embora tudo tenha feito para vender um quadro róseo, inexistente no projeto de reforma tricolor.
É justo que se diga que muitas das dificuldades do Tricolor e da Cidade de São Paulo foram apontadas pelo jornal O Estado de S.Paulo, especialmente por seu enviado à Europa, Jamil Chade.
O mesmo jornalista, aliás, que tanto contribuiu para o esclarecimento do caso da mal lembrada MSI.
Não creio que o São Paulo venha diminuir a pressão sobre os governos para pleitear os recursos que possibilitem as reformas em seu estádio.
Mas agora todos sabemos que a FIFA não é o demônio e que o problema é grana, ou melhor, falta dela.

sábado, 5 de junho de 2010

Osesp de Graça na Sala São Paulo

Essas são as próximas apresentações "de grátis" da Osesp na Sala São Paulo !

É uma grande oportunidade, principalmente para quem não conhece e pode ter a oportunidade de viver essa experiência.



13 JUN domingo 11h00
ORQUESTRA SINFÔNICA DO ESTADO DE SÃO PAULO

JAKUB HRUSA
regente
Josef SUK
Scherzo Fantastique
, Op.25
Bedrich SMETANA
Má Vlast
: Excertos
Antonín DVORÁK
Danças Eslavas,
Op.46: n° 1 e Op.72: n° 7
 
20 JUN domingo 11h00
CORO INFANTIL DA OSESP

TERUO YOSHIDA
regente
CORO JUVENIL DA OSESP

NAOMI MUNAKATA
regente


27 JUN domingo 11h00
BANDA SINFÔNICA DO ESTADO DE SÃO PAULO

MARCOS SADAO SHIRAKAWA
regente
Claude T. SMITH
Flight

Satoshi YAGISAWA
Machu Pichu
– City in the Sky
Johan DE MEIJ
Sinfonia nº 1 - O Senhor dos Anéis
: Excertos
Astor PIAZZOLLA
Libertango

Alfred REED
Second Suite for Band
(Latino-Mexicana)
Cyro PEREIRA
Aquarela de Sambas

domingo, 30 de maio de 2010

A Diferença


Corinthians 4 x 2 Santos

"Essa é a diferença entre os homens e os meninos"

sábado, 22 de maio de 2010

O melhor CT do Brasil - Reportagem Sportv

Dentro de tantas bobagens que vemos na imprensa esportiva brasileira, essa reportagem é um achado, porque mostra de forma ampla e ao mesmo tempo rápida e direta, como é a estrutura de treinamento dos clubes que estão na série A do campeonato brasileiro.

Clique aqui para ver a reportagem

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Ronnie James Dio: ‘A Voz’ do Metal !

Ronnie James Dio: 'A Voz' do heavy metal morreu ontem aos 67 anos. 
Como ele cantou no Rainbow... 'Long Live Rock & Roll'
Ronnie James Dio: ‘A Voz’ do heavy metal morreu ontem aos 67 anos. Como ele cantou no Rainbow, ‘Long Live Rock & Roll’

Muitos não sabem ou não entendem o que significa o termo "presença de palco", isso porque não viram, mesmo que por vídeo, uma apresentação do DIO. Aquele "homenzinho" de porte frágil, quando subia ao palco era um dos gigantes do metal ! Sem berrar, sem estardalhaço ele dominava a cena, sim ele era o dono do palco, e sua voz inconfundível não saia da mente dos que ouviam... se o metal tem deuses, Dio com certeza é um deles.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

CT Corinthians

Copie o código abaixo e cole no seu blog


Corinthians volta ao CT até junho, LANCEPRESS! -

Diva Jazz - Nina Simone

Feita de amor e ódio

A raiva que alimentava contra tudo e contra todos parecia ser o combustível de Nina Simone. Afinal, quanto mais revolta sentia, mais talento surgia de seu piano

03 de abril de 2010 | 0h 00



Antonio Gonçalves Filho - O Estado de S.Paulo
Nina Simone achava que era a reencarnação de uma princesa egípcia. Seus fãs não precisavam dessa informação para reverenciar a cantora - tampouco a escritora Nadine Cohodas, que, mesmo assim, batizou sua biografia, recém-lançada nos EUA e ainda sem previsão de chegar ao Brasil, de Princess Noire - The Tumultous Reign of Nina Simone (Pantheon Books, 464 págs., US$ 30). As credenciais da biógrafa garantem a seriedade da pesquisa. Antes de Nina Simone, ela escreveu a biografia de outra diva do jazz, Dinah Washington (Queen: The Life and Music of Dinah Washington), sendo também autora da história de uma lendária gravadora de blues, a Chess Records. Em Princess Noire, Nadine Cohodas tenta ser discreta ao acompanhar a evolução da bipolaridade da grande cantora, que morreu, em abril de 2003, aos 70 anos, de um câncer no pulmão, diagnosticado dois meses antes. Acontece que Eunice Waymon (seu nome verdadeiro) teve uma vida nada discreta. Há, portanto, uma dissonância que perturba a intenção da biógrafa, a de dissecar - sem os instrumentos corretos de um psicanalista - essa personalidade perturbada, algo esquizofrênica, megalomaníaca e dada a acessos de agressividade.
Criada durante a Grande Depressão em Tryon, na Carolina do Norte, numa família de oito irmãos e pai pastor metodista, a idiossincrasia estilística de Nina Simone rivalizava com a pessoal. Quando criança, foi aluna de uma professora inglesa de piano, Muriel Mazzanovich, que a obrigava a tocar Bach sem parar - a primeira hora de aula era sempre dedicada ao compositor alemão. Miss Mazy, como Nina a chamava, era mais que uma professora de música. Seria uma espécie de Maggie Smith no filme A Primavera de uma Solteirona (The Prime of Miss Brodie), uma professora que ensinava às alunas tudo o que seus pais jamais ousariam aprender. Assim, Eunice Waymon adotou-a como sua "mãe branca". Como seus pais não podiam pagar pelas aulas, foi criado em Tryon uma espécie de fundo para custear seus estudos de piano. Miss Mazy, então, preparou a aluna para seu primeiro recital, em 1944, aos 11 anos, no auditório da Biblioteca Lanier, de Tryon. Foi o estopim do trauma que a acompanhou para o resto da vida.
Os pais vestiram-se como se fossem para a igreja. Chegaram e sentaram-se na primeira fileira. Ao entrar no palco, a futura Nina, furiosa, observou que eles haviam sido deslocados para o fundo da sala. Encarou a plateia e pediu aos organizadores que instalassem os pais num lugar onde pudesse vê-los. Constrangidos, os anfitriões cederam ao pedido, contrariando as leis locais, que garantiam aos brancos a escolha dos melhores lugares. Anos mais tarde, os que assistiram às frequentes provocações da cantora ao público durante os concertos, como a de interpretar seu hino de guerra Mississippi Goddam, passaram pelo mesmo teste de resistência aos impropérios lançados do palco aos brancos. Estava lançada a semente da bipolaridade de Nina, uma intérprete de reconhecida sensibilidade, capaz de emocionar um canibal, e que chegava ao extremo de agredir seu público, dizendo que não precisava do amor dos fãs, mas de dinheiro para viver.
De fato, como conta sua biógrafa, ela foi explorada por agentes, empresários, gravadoras. Vingava-se na hora de pagar as contas. Deu calote em locadores londrinos, numa clínica suíça, no American Express e acumulou uma dívida com o Imposto de Renda americano que chegaria, nos dias de hoje, a quase US$ 500 mil, o que explica seu exílio voluntário em Barbados e na França, onde morreu. Nina gostava de vestir roupas de grife e tomar a champanhe Cristal Louis Roederer. E isso custa muito, muito caro (uma garrafa de Cristal de uma boa safra não sai por menos de US$ 500). Ainda assim, apresentou-se regularmente nos EUA nos anos 1970 e 1980, graças a um acordo com o Leão americano e à interferência de advogados, obrigados a representá-la como Dra. Simone - ela insistia na "doutora", por ter estudado música erudita na Julliard School, frustração maior, uma vez que não conseguiu se tornar uma pianista clássica. E, mais uma vez, ela culpou os brancos por isso, alegando ter sido rejeitada no exame de admissão no Curtis Institute of Music, aos 18 anos, por ser negra.
O sentimento de injustiça pessoal, vítima do racismo dos brancos, perseguiu a militante Nina Simone a vida toda, mesmo quando já era uma diva, adorada por fãs - brancos e negros -, dispostos a pagar uma fortuna para vê-la no palco e cantar apenas seis músicas - como no seu último concerto no Carnegie Hall, em 2001, dentro do Festival JVC. O organizador George Wein pagou a ela um cachê de US$ 85 mil, cobrando US$ 100 por ingresso. Ninguém reclamou. "Ela era adorada como uma deusa e havia se transformado num ícone", comenta o empresário. Não foi a mesma opinião do crítico Gene Santoro, do Daily News. Para ele, aquela havia sido uma noite em que Wein "tentou erguer Roma de suas ruínas". Afinal, no fim da carreira, a voz não era mais a mesma e Nina dava sinais de distúrbio de personalidade, tropeçando nos fios do microfone, falando com a voz empastada dos alcoólicos e deixando a alça do vestido cair como uma decadente diva de melodrama hollywoodiano. mais revolta sentia, mais talento surgia de seu piano

As várias faces da diva
RACISMO
"Toda a minha vida desejei exprimir meu sentimento de prisioneira, esse silêncio atroz que transforma todos os negros em encarcerados."
VERDADE
"Seja o que for que alguém possa concluir sobre minha música, seja o que for que alguém sinta por ela, saiba que a perturbação que ela provoca é também parte da perturbação do ouvinte. Tudo o que você ouve nessa música é absolutamente verdadeiro."
LIBERDADE
"Vou dizer a você o que significa liberdade para mim. Liberdade é realmente não sentir medo de espécie alguma. Todos deveriam ser livres e, se não o somos, é porque somos assassinos."
AMÉRICA
"Não estou no meu país. Nasci aqui, nos EUA, mas este não é o meu lar. Sinto estar à beira de ser crucificada aqui, só não sei dizer por quem."
MILITÂNCIA
"O que eu fazia não era música clássica, nem popular, mas música em defesa dos direitos civis. Todos os meus amigos foram exilados ou simplesmente assassinados. Fiquei meio perdida, amarga, paranoica, imaginando que podia ser morta a qualquer momento."
SEMELHANTES
"Dizem que eu e Billie Holiday somos parecidas. Suponho que seja porque tivemos vidas idênticas, sempre rejeitadas."

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Tabela Jogos do Brasil - Copa Africa 2010

Brasileiro e Deus

02/04/2010 - 02h55

59% dos brasileiros acreditam em Deus e também em Darwin

da Folha Online
Ao investigar as convicções sobre o desenvolvimento da espécie humana, pesquisa Datafolha mostrou que a maioria crê em Deus e em Darwin. Para 59%, o homem resulta de milhões de anos de evolução, mas guiada por um ente supremo, informa reportagem de Hélio Schwartsman publicada nesta sexta-feira pela Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).
Um em cada quatro brasileiros, porém, acredita que o ser humano foi criado por Deus há menos de 10 mil anos. Para 8%, a evolução se dá sem interferência divina.
Os índices variam segundo a classe social e a educação. Quanto maiores a renda e a instrução, maior é a parcela de darwinistas e menor a de criacionistas, que dão mais peso à ação divina.
Os resultados se assemelham aos da Europa e contrastam com os dos EUA. Segundo pesquisa Gallup de 2008, lá os criacionistas somam 44%. Os evolucionistas com Deus, 36%, e os darwinistas "puros", 14%.
O Datafolha ouviu 4.158 pessoas com mais de 16 anos. A margem de erro é de dois pontos.
Leia a reportagem completa na Folha desta sexta-feira, que já está nas bancas.

Corinthians RED

Quem viu o Coritnhians entrar em campo ontem com esse agasalho vermelho deve ter estranhado, assim como eu, mas abaixo está a explicação, é uma campanha da Nike de combate à AIDS/HIV, tuberculose e malária na África.
E o nosso Todo Poderoso Timão, que é um dos times mais importantes e conhecidos do mundo, que inclusive é patrocinado por essa que é a maior fornecedora de material esportivo do mundo, não poderia estar fora da campanha.

Vai Corinthians !!!
Roberto Marinho


Corinthians e RED em festa no Brasil

01 Abril 2010

Vitória por 2 a 1, 10 pontos e liderança isolada em seu grupo na Libertadores. Alegria para os mais de 30 mil fiéis torcedores que foram ao estádio do Pacaembu e para os milhões espalhados por todo o Brasil (e fora dele).

Mas a partida desta noite teve também outro motivo para ser celebrada. O Timão emprestou todo o seu prestígio e popularidade para a divulgação da nossa campanha Lace Up Save Lives, que ajuda no combate à AIDS/HIV, tuberculose e malária na África.

Todos podem participar, independentemente do time para os quais torcem, pois essa causa vai além das cores de uniformes. Basta comprar o cadarço (NIKE)RED em qualquer Nike Store. Todo o lucro das vendas é revertido para o combate à propagação dessas doenças, por meio da distribuição de medicamentos e do financiamento de ações de conscientização. Quanto mais gente, melhor!

E participe da nossa ação em que vamos distribuir a jaqueta usada pelos jogadores para entrar em campo. Saiba como em nosso Facebook.

Barriga, um comparativo !

 Compare a barriga do Ronaldo e a do Câmera, qual é a maior ?
 


Estava vendo essa matéria da Gazera Esportiva sobre a filmagem de um anúncio que o Ronaldo estava fazendo para o patrocinador (Bozzano) e reparei que a barriga dele está mais saliente que a do operador de câmera, e olha que de barriga entendo...

Bom, o problema disso é que o Ronaldo não consegue entrar em forma porque não quer, porque tem tudo à disposição, desde o tempo para treinar, como os recursos (remédios, profissionais, equipamentos e etc) à disposição, sem restrição.

Agora o problema é que essa "massa a mais" em campo faz a diferença, está sofrível ver nosso gordinho em campo, porque está lento e tem sido desarmado pelos zagueiros de uma forma até hilária.
Falo com conhecimento de causa, porque tenho a idade do Ronaldo (33), e o peso parecido (tá bom, sou um pouco mais pesado), e quando jogo bola, sei do esforço que é carregar o peso a mais. No meu caso é mais fácil, porque uso o peso a mais para jogar em cima dos "amigos", já o Ronaldo, parece não saber e tambem não querer usar o peso à favor, porque ele é um jogador de pura habilidade e não é do estilo trombador, como é por exemplo o Adriano, que usa o peso e força, além da habilidade, como fatores de vantagem sobre os adversários.

Bom, espero que nosso "gordo de estimação" se supere mais uma vez, e sabemos que superação é com ele mesmo !

Corinthians até o fim !

Roberto Marinho





domingo, 28 de março de 2010

Sem Moral !

Diretor de empresa que estreou patrocínio no 

São Paulo ofende clube no Twitter

Locaweb pede perdão pelo episódio em que funcionário usou expressões obscenas ao ironizar o Tricolor na derrota para o Corinthians
GLOBOESPORTE.COM São Paulo

No clássico deste domingo, contra o Corinthians, os jogadores do São Paulo entraram em campo pela primeira vez com o patrocínio da Locaweb. A empresa, que oferece hospedagem de sites e infraestrutura para internet, fechou um acordo com a equipe do Morumbi por duas partidas. Porém, durante o confronto, o diretor comercial da empresa, Alex Glikas, ironizou o Tricolor, derrotado por 4 a 3, usando expressões obscenas, além de se referir ao São Paulo como 'bambizada'.


Reprodução/Twitter

Página do diretor comercial da Locaweb no Twitter: mensagens ofensivas ao time do Morumbi

Mais tarde, após o episódio ganhar repercussão na internet, a página do diretor já não trazia mais as mensagens ofensivas. Alex Glikas usou seu espaço para pedir desculpas e elogiou os times pelo jogo em duas mensagens: “Parabéns Corinthians e parabéns São Paulo pelo clássico” e "Minhas sinceras desculpas à torcida e ao time do SPFC. No calor do clássico, o torcedor tomou conta do profissional. Não acontecerá de novo"

De acordo com o departamento de comunicação do São Paulo, um dos donos da Locaweb entrou em contato com o diretor de comunicação do clube, Rogê David, e fez um pedido formal de desculpas. A empresa alegou que os textos publicados no Twitter representam somente o pensamento de um funcionário da empresa. Um comunicado também foi posto na internet, com mais um pedido de desculpas - veja abaixo, na íntegra.

Apesar de toda confusão, o patrocínio está mantido também para a partida da próxima quarta-feira, contra o Monterrey (MEX), pela Taça Libertadores da América, que será realizada no México.

"Futebol foi, é e sempre será um território movido pela paixão. E sujeito, muitas vezes, a manifestações impensadas. Hoje, infelizmente, um funcionário da Locaweb, no calor de sua paixão, se manifestou de maneira equivocada sobre o resultado do jogo entre São Paulo e Corinthians , dando a muitas pessoas a impressão de que a sua opinião pessoal era a opinião institucional da empresa. A Locaweb vem a público esclarecer que a opinião de seu funcionário não corresponde à da empresa e se desculpa por eventuais mal entendidos ou constrangimentos causados por esse funcionário."

"Fechar uma parceria com o São Paulo e expor nossa marca na camisa de um dos times de maior prestígio do País para nós é motivo de orgulho. Assim como já fizemos com outras equipes, a Locaweb tem ciência da força do futebol e respeita muito todas as torcidas."

"A Locaweb hoje é a maior empresa de serviços de internet da America Latina e conta com centenas de funcionários, entre eles são paulinos, corintianos, palmeirenses, santistas, flamenguistas, gremistas, colorados e muito outros torcedores de times nacionais e internacionais. Mas essa diversidade que está no âmbito pessoal de cada funcionário, e nunca, de modo algum, na posição institucional da empresa, foge às vezes de nosso controle, como no episódio de hoje. Esperamos que todos que se sentiram ofendidos pelo nosso funcionário, nos desculpem, e garantimos que medidas cabíveis serão tomadas em relação a isso."

sábado, 27 de março de 2010

Celular 4G


Operadoras investem na 4G - a conexão para celular 180 vezes mais rápida

Previsão  é que tecnologia chamada LTE chegue ao Brasil por volta de 2014
Sílvio Crespo, do Economia & Negócios  

SÃO PAULO - "Olha" - é o que você vai responder quando alguém ligar perguntando onde você está. Por que descrever o ambiente com palavras se você pode transmitir pelo celular imagem em tempo real e em alta definição?
As operadoras de telefonia móvel estão investindo em uma tecnologia de acesso à internet que terá uma conexão cerca de 180 vezes mais veloz do que a atual.
UM MERCADO DE US$ 70 bi
 Essa é a projeção para os serviços 4G (clique aqui)
Segundo cálculos do engenheiro Marcelo Zuffo, professor da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, as conexões móveis da 3ª geração (conhecidos como 3G, atualmente em uso) levam em média 6 horas para baixar um arquivo de 1 gigabyte. Já a tecnologia LTE (Long Term Evolution), ainda não implantada no Brasil, faria o download do mesmo arquivo em 2 minuto.

Reportagem completa clique aqui

terça-feira, 23 de março de 2010

Meu amigo, Charlie Brown - Peças - Infantil - VEJA SP

Meu amigo, Charlie Brown

Destaque
  • Categoria: Peças
  • Gênero: Infantil
  • Preço: de R$ 25,00 a R$ 50,00
  • Duração: 75 min.
  • Direção: Alonso Barros
  • Elenco: Leandro Luna, Frederico Silveira, Paula Capovilla, Thiago Machado e outros.

Classificação Veja SP
Bom
Mais informações:

Meu amigo, Charlie Brown - Peças - Infantil - VEJA SP

Resenha por Luiz Fukushiro:

Na onda dos musicais em cartaz na cidade, a garotada também tem vez. Baseada na segunda versão de You’re a Good Man, Charlie Brown, de 1999, a peça Meu Amigo, Charlie Brown reúne no Teatro Shopping Frei Caneca o cãozinho Snoopy e a turminha eternizada pelo cartunista Charles Schulz (1922-2000). A montagem nacional é mais curta que a original da Broadway, escrita por Clark Gesner, e também não há fidelidade na caracterização dos personagens ao vivo. Porém, o ritmo fluido da narrativa e a simpatia dos atores dão frescor ao texto, sutil e muito bem transposto da linguagem de Schulz. Com a mesma graça das tirinhas, são apresentadas, por exemplo, a personalidade angustiada de Charlie Brown (o ator Leandro Luna), a braveza de Lucy (a ótima Paula Capovilla) e as digressões filosóficas de Lino (Thiago Machado). Bastante colorida, a montagem tem catorze canções interpretadas ao vivo pelo elenco e uma pequena orquestra de seis instrumentistas, regida pelo diretor musical Marconi Araújo. Agora Eu Penso Assim, entoada por Schroeder (Felipe Caczan) e Sally (Mariana Elisabetsky), é uma das mais bacanas. Outro bom momento é Meu Pano e Eu, sobre a célebre relação entre o menino Lino e seu cobertorzinho. De 13/03 até 27/06/2010.

 

domingo, 14 de março de 2010

10 ANOS DA "BOLHA DA INTERNET"

Quem vivenciou esse período, em 2000, sabe que o estouro da "bolha da internet" mudou o mercado de TI para sempre, e na realidade creio que fez um bem, porque acabou com uma euforia desenfreada, que fazia com que muito empreendedores perdessem dinheiro em "aventuras" que foi o que se tornou intertir na internet, como se costumava falar.

Roberto Marinho

- Nave Digital - http://idgnow.uol.com.br/blog/navedigital -

Eles sobreviveram ao estouro da bolha do mercado de internet no Brasil

Posted By Clayton Melo On 12 12America/Sao_Paulo março 12America/Sao_Paulo 2010 @ 18:51 In Negócios | No Comments
Eles sobreviveram ao estouro da bolha da internet
Nesta semana, completaram-se dez anos daquilo que se convencionou chamar de o “estouro da bolha”. É a expressão usada para se referir ao início da derrocada colossal da bolsa americana Nasdaq, que enterrou uma série de empresas ligadas à internet – as chamadas pontocom. Acabava ali o tempo do dinheiro fácil, dos investidores endinheirados dispostos a tudo. Acabava ali a era da inocência digital.
Quem sobreviveu à tempestade e continuou a comandar projetos na área de internet, nunca mais olhou para seus negócios da mesma maneira.
Índio Brasileiro Guerra Neto, sócio-diretor de várias empresas digitais, como I-Group Treinamento e Consultoria e FirstCom Comunicação, é um deles. Na época da bolha, ele era diretor-geral da StarMedia, uma das estrelas do começo da internet –o fundador da empresa, o uruguaio Fernando Espuelas, era visto como um dos candidatos a geniozinhos do mundo digital.
“Foi um tempo maluco e muito tenso”, relembra. “O cenário era de grandes investimentos, porque os investidores e os empreendedores enxergaram um mercado novo. E ninguém estava errado ao pensar assim. O que estava errado eram os modelos de negócios, ou o timing de muitos deles”, avalia.
Modelo de negócios
No que se refere aos grandes portais, analisa Guerra Neto, o modelo desenhado para a sustentação do negócio estava baseado na receita obtida com assinatura por acesso, publicidade e comércio eletrônico. Nesse grupo se encaixam empresas como UOL e Terra. Em outros, excluía-se o acesso do tripé de receitas, mantendo-se a propaganda e o varejo online. É o caso da StarMedia. Para ela e outras companhias que adotavam o mesmo sistema, a audiência era vista como o motor para atrair publicidade online.
Trata-se de um modelo que permanece até hoje, embora com o acréscimo de outras nuances, como a venda de serviços agregados (segurança, email especial, gestão, cursos e treinamentos etc). Resumo da ópera: a conta não fechava no final do mês. E, com a quebra da Nasdaq, muitos investidores recuaram e houve empresas que não tiveram fôlego para superar a turbulência.
E por que a StarMedia naufragou? “A empresa tinha dinheiro para criar uma infraestrutura e oferecer acesso. Mas optou por outro caminho por uma questão de estratégia. Afinal, a internet crescia rapidamente e fazia sentido imaginar que a publicidade decolaria”, avalia.
“A fragilidade desse modelo é que o mercado não estava maduro para a publicidade online”, afirma.
Para Guerra Neto, havia outra agravante. Como se tratava não só de um mercado, mas também de empresas novas, portais, provedores e sites iniciaram uma corrida à mídia para construir suas marcas. Assim, destinaram verbas altíssimas para publicidade, que se somavam a investimentos elevados para manter sua operação.
Ele era um executivo trintão na época. “Veja você: hoje tenho 46 anos e posso me considerar um dinossauro da internet, assim como outros que participaram daquele período – são pessoas que têm a mesma idade que eu ou são mais novas. Mas, naquela época, referir-se a alguém como dinossauro em alguma profissão era para alguém com 70 anos”, afirma.
Novatos
A questão da juventude é ainda mais notória no caso de Alexandre Canatella, 36 anos, sócio da e-Mídia, grupo que controla os sites CyberCook (fundado em 1998), CyberDiet (2000) e Via Mulher.
Sua experiência na internet começou quando foi contratado para ser diretor do CyberCook, que já fazia relativo sucesso como um site de gastronomia. Tinha na ocasião 24 anos. Canatella não sabia muita coisa de internet muito menos de gestão de negócios naquela época.
Hoje, o CyberCook parte de uma empresa mantida por grupos investidores – ele é um dos sócios como pessoa física. Mas, ao contrário de outros projetos típicos da bolha – bem-sucedidos ou não -, o site começou por acaso, quando um jovem programador criou um site para que seus amigos tivessem acesso a receitas culinárias retiradas “desses caderninhos que existem em todas as casas”. “Mas a coisa deu certo, conquistou audiência. Acho que essa foi um dos fatores que fizeram o CyberCook sobreviver à bolha: ele nasceu com uma base real, tinha audiência e um serviço. Não foi criado no meio da euforia para apresentar a um investidor”, avalia.
Há outra diferença fundamental: em 1998, o UOL havia adquirido parte do negócio, o que representou segurança financeira e melhoria na gestão do negócio. “Mal sabíamos o que era um plano de negócios. A questão é que a empresa já era lucrativa, embora com um faturamento pequeno. O apoio do UOL reforçou nossa operação”, diz, observando que hoje o provedor não é mais sócio da empresa. A base de sustentação da empresa era a venda de publicidade.
Ao analisar o efeito do estouro da bolha, Canatella avalia que, apesar dos estragos, o terremoto digital teve seus aspectos positivos, como o amadurecimento dos jovens empreendedores. “Não houve vencedores e vencidos. O que ficou é o legado de uma geração que conseguiu empreender no nascente mercado digital”, afirma Canatella.
Nesta semana, completaram-se dez anos daquilo que se convencionou chamar de o “estouro da bolha” de internet. É a expressão usada como referência para o início da derrocada colossal da bolsa americana de tecnologia Nasdaq, que enterrou uma série de empresas ligadas ao digital – as chamadas pontocom. Acabava ali o tempo do dinheiro fácil, dos investidores endinheirados dispostos a tudo. Acabava ali a era da inocência digital.
Nasdaq
Quebra na Nasdaq  deixou lições
Quem sobreviveu à tempestade e continuou a comandar projetos na área de internet, nunca mais olhou para seus negócios da mesma maneira.
Índio Brasileiro Guerra Neto, sócio-diretor de várias empresas digitais, como I-Group Treinamento e Consultoria e FirstCom Comunicação, é um deles. Na época da bolha, ele era diretor-geral da StarMedia, uma das estrelas do começo da internet –o fundador da empresa, o uruguaio Fernando Espuelas, era visto como um dos candidatos a geniozinhos do mundo digital.
“Foi um tempo maluco e muito tenso”, relembra. “O cenário era de grandes investimentos, porque os investidores e os empreendedores enxergaram um mercado novo. E ninguém estava errado ao pensar assim. O que estava errado eram os modelos de negócios, ou o timing de muitos deles”, avalia.
Modelo de negócios
No que se refere aos grandes portais, analisa Guerra Neto, o modelo desenhado para a sustentação do negócio estava baseado na receita obtida com assinatura por acesso, publicidade e comércio eletrônico. Nesse grupo se encaixam empresas como AOL, nos EUA, e UOL e Terra, no Brasil. Em outro, estavam companhias cujo projeto excluía o acesso do tripé de receitas, mantendo-se a propaganda e o varejo online. É o caso da StarMedia. Para ela e outras companhias que adotavam o mesmo sistema, a audiência era vista como o motor para atrair publicidade online.
Trata-se de um modelo que permanece até hoje, embora com o acréscimo de outras nuances, como a venda de serviços agregados (segurança, email especial, gestão, cursos e treinamentos etc). E, com a quebra da Nasdaq, muitos investidores se mandaram para Pasárgada e houve empresas que não tiveram fôlego para superar a turbulência.
E por que a StarMedia naufragou? “A empresa tinha dinheiro para criar uma infraestrutura e oferecer acesso. Mas optou por outro caminho por uma questão de estratégia. Afinal, a internet crescia rapidamente e fazia sentido imaginar que a publicidade decolaria”, avalia.
“A fragilidade desse modelo é que o mercado não estava maduro para a publicidade online”, afirma.
Para Guerra Neto, havia outra agravante. Como se tratava não só de um mercado, mas também de empresas novas, portais, provedores e sites iniciaram uma corrida à mídia para construir suas marcas. Assim, destinaram verbas altíssimas para publicidade, que se somavam a investimentos elevados para manter sua operação. Resumo da ópera: a conta não fechava no final do mês.
Experiências
Um dos diretores responsáveis pelo lançamento do UOL, em 1996, Guerra Neto era um executivo trintão na época da bolha [1]. “Veja você: hoje tenho 46 anos e posso me considerar um dinossauro da internet, assim como outros que participaram daquele período – são pessoas que têm a mesma idade que eu ou são mais novas. Mas, naquela época, referir-se a alguém como dinossauro em alguma profissão era para alguém com 70 anos. A internet comercial começou com uma geração muito nova”, afirma.
Nasda3Empreendedores hoje são “dinossauros” da web
A questão da juventude é ainda mais notória no caso de Alexandre Canatella, 36 anos, sócio da e-Mídia, grupo que controla os sites CyberCook (fundado em 1997), CyberDiet (2000) e Via Mulher.
Sua experiência na internet começou quando foi contratado para ser diretor do CyberCook, que já fazia relativo sucesso como um site de gastronomia. Tinha na ocasião 24 anos. Canatella não sabia muita coisa de internet muito menos de gestão de negócios naquela época.
Hoje, o CyberCook é parte de uma companhia mantida por grupos investidores – ele é um dos sócios na condição de pessoa física. Mas, ao contrário de outros projetos típicos da bolha – bem-sucedidos ou não -, a empresa começou por acaso, quando um jovem programador, Luiz Lapetina, criou um site para que seus amigos tivessem acesso a receitas culinárias retiradas “desses caderninhos que existem em todas as casas”, recorda Canatella.
“Mas a coisa deu certo, conquistou audiência. Acho que essa foi um dos fatores que fizeram o CyberCook sobreviver à bolha: ele nasceu com uma base real, tinha audiência e um serviço. Não foi criado no meio da euforia para apresentar a um investidor”, avalia.
Há outra diferença fundamental: em 1998, o UOL havia adquirido parte do negócio, o que representou segurança financeira e melhoria na gestão do negócio. “Mal sabíamos o que era um plano de negócios. A questão é que a empresa já era lucrativa, embora com um faturamento pequeno. O apoio do UOL reforçou nossa operação”, diz, observando que hoje o provedor não é mais sócio da empresa. A base de sustentação do site era a venda de publicidade.
Ao analisar o efeito do estouro da bolha [2], Canatella avalia que, apesar dos estragos, o terremoto digital teve seus aspectos positivos, como o amadurecimento dos jovens empreendedores. “Não houve vencedores e vencidos. O que ficou é o legado de uma geração que conseguiu empreender no nascente mercado digital”, afirma Canatella.
Outro nome de destaque dessa geração é Edson Romão, hoje diretor do Dnit/Viajobem. Ele foi um dos fundadores do HpG, empresa de hospedagem de sites famosa no final da década de 1990 e que foi comprada pelo iG em 2001, que tinha o publicitário Nizan Guanaes como um dos sócios na ocasião. O HpG chegou a ocupar o terceiro lugar no ranking de audiência da internet.
Nasdaq2Bolha foi a corrida do ouro digital
“Foi uma ‘corrida do ouro’. Experimentamos a liderança e o prestígio no mercado, no qual todas as portas [3] abriam-se aos executivos de internet, em todos os setores da economia”, afirma, em relação aos tempos áureos que antecederam a quebra da Nasdaq.
“Além de trazer grandes inovações tecnológicas, essa passagem trouxe uma vivência sem par para os executivos de internet, que puderam desfrutar de muito crédito e recursos para desenvolver negócios”, diz.
“A  bolha da internet foi o maior laboratório de empreendedorismo da história da economia contemporânea. Era preciso contratar, treinar, decidir, criar, vender e aprender a ser grande em pouco tempo. Isso ficou como uma grande lição para quem viveu aquela época”, afirma Romão.


Article printed from Nave Digital: http://idgnow.uol.com.br/blog/navedigital
URL to article: http://idgnow.uol.com.br/blog/navedigital/2010/03/12/eles-sobreviveram-ao-estouro-da-bolha-do-mercado-de-internet/
URLs in this post:
[1] bolha: http://idgnow.uol.com.br/internet/ideia20/archive/2009/08/24/bolha-da-internet-j-virou-espuma-em-termos-de-relaes-pessoais/
[2] estouro da bolha: http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/09/30/internet-brasileira-volta-a-ser-tema-de-grandes-negocios-diz-mandic/
[3] portas: http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2009/06/04/o-que-aconteceu-com-a-geladeira-com-conexao-a-internet/